Eu posso, tu podes, ele pode – O efeito da autoestima

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Eu posso, tu podes, ele pode.

 

Durante minhas entrevistas com inúmeros clientes ao longo desses últimos 25 anos, o verbo “poder” foi conjugado por centenas de pessoas que tem alegado não aprender inglês simplesmente porque não podem, não conseguem.

 

Os temas querer, vontade, já foram o escopo de vários outros artigos nesse blog. Mas então, por que voltar a esse assunto?

 

Simplesmente, porque isso faz toda a diferença para que você saia de uma situação A – não domino o idioma Inglês, para uma situação B – sou um falante de Inglês, sendo capaz de me virar nas 4 habilidades (leitura, conversação, escrita e capacidade auditiva).

 

Portanto, o verbo poder tem sido conjugado na forma negativa: “não posso!”

 

“Não consigo, não posso, tem alguma coisa que me trava”. Ou então: “Consigo ler, escrever e até ouvir. Mas falar mesmo, não adianta, não consigo, não posso.”

 

De tanto ouvir essas afirmações, resolvi partir para a ação. Então, conto aqui pra vocês que tenho obtido resultados muito animadores com isso.

 

A autoestima no momento da chegada:

 

baixa autoestima

 

Muitos clientes chegam até mim com seu nível de autoestima em baixa. Contam uma história de frustrações, tendo passado por N outros cursos de Inglês, sem resultado.

 

Muitos desses viram 10, 15 longos anos de suas vidas se passarem, tendo permanecido no mesmo estágio de Inglês, sem nenhum progresso.

 

O que tenho feito de milagroso para ajudá-los? Nada de especial, porém, tudo ao mesmo tempo. Depende do ponto de vista.

 

Seres humanos estão sempre em busca de algo que os tire desse estado atual de atolamento. Esse sentimento de escravidão das competências.

 

Sim, pois ter competências não é somente aguardar o dom Divino. É correr atrás, se dedicar, estudar, se preparar. Mas quantos estão dispostos a isso?

 

Esse algo mais que se busca, pelo menos na minha área de ensino de inglês, se chama acolhimento.

 

Fazer a pessoa perceber que compreendo a trajetória dela, que consigo entender os obstáculos, reais e psicológicos, que a impediram de ter sucesso nesse projeto de aprendizado.

 

Olho no olho, digo finalmente a ela:

 

“Vamos fazer um trato: vamos conjugar o verbo ‘poder’ de outra forma. Ao invés de você dizer, não posso, repita comigo: “não podia, mas agora posso!”

 

Isso realmente funciona, professor?

 

alunos satisfeitos

 

Bom, pelo menos tem funcionado comigo, com esses novos clientes que se transformam em novos alunos.

 

Mas, para isso dar certo, uma combinação deve ocorrer.

 

Autoestima produz autoestima. Portanto, se o professor não tiver a autoconfiança, o equilíbrio e o real acreditar no belo trabalho que faz, tudo isso se arrisca a escorrer pelo ralo.

 

Duvida?

 

Se sim, se infle de autoestima e tente o mesmo.

 

Você vai se surpreender.

 

Abraço e até a próxima!!

 

Autoestima e seu papel no aprendizado de um novo idioma

 

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